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Sobre o HerpetoHelp

O HerpetoHelp reúne análises espaciais de registros de anfíbios e répteis e uma consulta de categorias de ameaça para planilhas de espécies. Esta página explica o alcance de cada ferramenta e reúne as fontes usadas.

Mascote do HerpetoHelp, um lagarto inspirado em Stenocercus azureus, acenando.

Guias práticos

Passo a passo com arquivos de exemplo e orientações para interpretar os resultados.

Análises Espaciais

O mapa permite visualizar e comparar registros georreferenciados, delimitar áreas de consulta e exportar os resultados com suas fontes. Abrir as Análises Espaciais.

Dados do SALVE, SiBBr e iNaturalist

O HerpetoHelp integra três fontes independentes de ocorrências. O SALVE/ICMBio fornece uma base institucional de referência. O SiBBr/GBIF reúne registros de coleções e conjuntos científicos. O iNaturalist acrescenta observações públicas com grau de pesquisa, mantendo o observador, a URL e a licença individual de cada observação.

Antes da publicação no mapa, os dados do SiBBr/GBIF passam por controle de qualidade. São removidos registros oriundos do iNaturalist, fósseis, coordenadas ausentes ou inválidas, ocorrências fora do Brasil, registros sem identificação em nível de espécie, duplicatas e identificações incertas, como “sp.”, “cf.” e “aff.”. A nomenclatura é reconciliada com as listas vigentes da Sociedade Brasileira de Herpetologia e com a base de sinônimos do HerpetoHelp. A seleção de 13/09/2026 reúne 36.817 registros após esses filtros.

As fontes SALVE, SiBBr e iNaturalist podem ser ativadas separadamente em Fontes. No mapa, a forma indica o tipo de localização, independentemente da fonte: círculo para coordenada informada e losango para referência apenas municipal. O círculo não assegura erro baixo; consulte o filtro Avançado e a fonte de cada registro. O MPC usa os pontos exibidos das espécies selecionadas, incluindo referências municipais quando o filtro permite.

Em Fontes → Filtro avançado, “Usar filtros” permite escolher registros de precisão aproximada, referência municipal ou com erro medido no iNaturalist. Ao desligá-lo, todas essas categorias voltam a entrar sem limite métrico, mas as escolhas ficam guardadas para reativação. Os registros classificados pelo SALVE como de localização exata e aqueles com coordenada, mas sem medida de erro, permanecem incluídos quando a respectiva fonte está ativa. O SALVE usa as classes informadas nos registros originais; quando várias ocorrências compartilham uma coordenada, a contagem soma as categorias ativas e os registros sempre incluídos. O limite em quilômetros atua apenas sobre as observações do iNaturalist que informam erro métrico. SALVE e SiBBr não fornecem essa medida: “exata” não equivale a erro menor que 100 m. O total de pontos e registros se atualiza para o recorte analisado, as espécies exibidas ou a base inteira. A planilha de registros individuais requer todas as categorias ajustáveis ativas.

Para a camada iNaturalist, a triagem exige observação grau de pesquisa, organismo não cativo, evidência de imagem ou som, coordenada pública sem ocultação, ponto dentro do Brasil, identificação em nível de espécie e licença CC0, CC BY ou CC BY-NC. Nomes aceitos e sinônimos unívocos seguem as planilhas SBH do projeto. Identificações infraespecíficas e casos taxonômicos ambíguos ficam para revisão manual. O usuário pode filtrar o erro em quilômetros, inclusive valores superiores a 100 km; uma coordenada dentro de um município não comprova presença local quando a incerteza é grande.

A confiabilidade de uma análise também depende da qualidade e da interpretação de cada registro. Precisão das coordenadas, identificação taxonômica, data de coleta e contexto da fonte devem ser considerados conforme a finalidade do estudo. Os pontos apresentados documentam ocorrências disponíveis nas bases; sua distribuição não constitui, necessariamente, um retrato completo ou atualizado de todas as populações de uma espécie.

Os recortes com registros do SiBBr/GBIF são exploratórios: a precisão das coordenadas pode ser desconhecida e os pontos não comprovam presença local. O MPC combina os pontos exibidos das fontes ativadas. Para excluir referências atribuídas à sede municipal, desative essa categoria em Fontes → Avançado. Conjuntos de dados sob licença CC BY-NC têm uso não comercial; confira as condições de cada licença antes de reutilizá-los.

Consultar o SALVE/ICMBio · Consultar o SiBBr · Consultar o GBIF · Consultar o iNaturalist

Créditos dos conjuntos de ocorrências

SALVE/ICMBio: base de 13/08/2026. As referências originais acompanham a planilha exportada. Os conjuntos do SiBBr/GBIF utilizados na seleção de 13/09/2026 estão relacionados abaixo com seus responsáveis, citações e licenças.

iNaturalist Research-grade Observations, disponibilizado no GBIF (doi:10.15468/ab3s5x): observações individuais identificadas pelo ID, observador, data e URL de origem na planilha. A licença de cada observação acompanha a exportação. Foram excluídas posições indicadas como ocultadas no campo de restrição geográfica do GBIF. Os registros CC BY-NC exigem atribuição e uso não comercial; as fotos e os sons não são redistribuídos pelo HerpetoHelp.

Ver os 22 conjuntos do SiBBr/GBIF
  1. Museu Paraense Emílio Goeldi - Lacertilia CollectionMuseu Paraense Emílio Goeldi · CC BY-NC 4.0Prudente A (2024). Museu Paraense Emílio Goeldi - Lacertilia Collection. Version 1.9. Museu Paraense Emílio Goeldi. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/u1szyx accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  2. Coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Reptilia (ZUFMS-REP)Universidade Federal de Mato Grosso do Sul · CC BY-NC 4.0Sinani T R F (2024). Coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Reptilia (ZUFMS-REP). Version 1.19. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/nkpksx accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  3. Coleção Zoológica de Referência da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Tecidos (ZUFMS-TEC)Universidade Federal de Mato Grosso do Sul · CC BY-NC 4.0ZUFMS C, Favreto Sinani T R (2024). Coleção Zoológica de Referência da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Tecidos (ZUFMS-TEC). Version 1.18. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/yrnc1y accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  4. Coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Amphibia (ZUFMS-AMP)Universidade Federal de Mato Grosso do Sul · CC BY-NC 4.0Sinani T R F (2024). Coleção Zoológica da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Amphibia (ZUFMS-AMP). Version 1.29. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/wahc6e accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  5. Monitoramento fauna e flora Mineração Vale Verde do Brasil Ltda.CVRD - Reserva Natural Vale · CC BY-NC 4.0Maia A L S, Souza F (2025). Monitoramento fauna e flora Mineração Vale Verde do Brasil Ltda.. Version 1.2. CVRD - Reserva Natural Vale. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/td9v6q accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  6. PELD - RLaC | Dinâmica populacional e crescimento de Tropidurus torquatus (Wied-Neuwied, 1820) no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil (Squamata: Tropiduridae)Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr · CC BY-NC 4.0Fernandes da Silva D, Henrique Moreira de Sousa Pinna P, Luiz Florentino Borges E (2021). PELD - RLaC | Dinâmica populacional e crescimento de Tropidurus torquatus (Wied-Neuwied, 1820) no Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil (Squamata: Tropiduridae). Version 1.4. Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira - SiBBr. Sampling event dataset https://doi.org/10.15468/hr2x1n accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  7. Coleção de Herpetofauna do Museu de Zoologia da UELUniversidade Estadual de Londrina (UEL) · CC BY-NC 4.0Akio Shibatta O, Luís Olivan Birindelli J, Camargo Jerep F (2025). Coleção de Herpetofauna do Museu de Zoologia da UEL. Version 1.9. Universidade Estadual de Londrina (UEL). Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/6zevjx accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  8. Brandt Meio Ambiente - Monitoramento da herpetofauna - Usina Hidrelétrica de São SimãoBrandt Meio Ambiente Ltda · CC BY-NC 4.0Gaiga de Morais A P, Fadel R, Biodiversidade H (2025). Brandt Meio Ambiente - Monitoramento da herpetofauna - Usina Hidrelétrica de São Simão. Version 1.11. Brandt Meio Ambiente Ltda. Sampling event dataset https://doi.org/10.15468/wpb2uu accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  9. Coleção de Herpetofauna do Museu de Ciências UnivatesMuseu de Ciências Univates - Universidade do Vale do Taquari · CC BY 4.0Arend Ú (2024). Coleção de Herpetofauna do Museu de Ciências Univates. Version 1.13. Museu de Ciências Univates - Universidade do Vale do Taquari. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/za1pvg accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  10. PELD - PNCA | Dados da ocorrência de répteis em um gradiente de perturbação/precipitação em área de Caatinga, Parque Nacional do Catimbau, Buíque, PE, BrasilUniversidade Federal de Pernambuco · CC BY-NC 4.0Nunes P, Jamelli D (2024). PELD - PNCA | Dados da ocorrência de répteis em um gradiente de perturbação/precipitação em área de Caatinga, Parque Nacional do Catimbau, Buíque, PE, Brasil. Version 1.4. Universidade Federal de Pernambuco. Sampling event dataset https://doi.org/10.15468/xhut24 accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  11. ENGIE | Fauna's Rescue Program - Santo Agostinho Wind Farm, Rio Grande do Norte - BrazilENGIE · CC BY-NC 4.0Ostroski P, Junior E, Santos L, D'avila L, Pacheco L, Neres M, Bastos N, Grisostenes R, Acioli T (2025). ENGIE | Fauna's Rescue Program - Santo Agostinho Wind Farm, Rio Grande do Norte - Brazil. Version 1.5. ENGIE. Occurrence dataset https://doi.org/10.15468/tpauh2 accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  12. Coleção de Répteis da Universidade Federal de Juiz de ForaUniversidade Federal de Juiz de Fora · CC BY-NC 4.0Costa H (2025). Coleção de Répteis da Universidade Federal de Juiz de Fora. Universidade Federal de Juiz de Fora. Occurrence dataset https://doi.org/10.71819/fc8jka accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  13. Coleção de Anfíbios da Universidade Federal de Juiz de ForaUniversidade Federal de Juiz de Fora · CC BY-NC 4.0Nali R (2025). Coleção de Anfíbios da Universidade Federal de Juiz de Fora. Version 2.2. Universidade Federal de Juiz de Fora. Occurrence dataset https://doi.org/10.71819/s1g17c accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  14. TNE | Monitoramento da herpetofauna da linha de transmissão 500 kV Manaus–Boa Vista e subestações associadas - Campanha 1Transnorte Energia S/A (TNE) · CC BY-NC 4.0Energia T (2025). TNE | Monitoramento da herpetofauna da linha de transmissão 500 kV Manaus–Boa Vista e subestações associadas - Campanha 1. Version 2.3. Transnorte Energia S/A (TNE). Sampling event dataset https://doi.org/10.71819/m3fejs accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  15. ENGIE | Fauna Monitoring of the Serra do Assuruá Wind Complex – AmphibiansENGIE · CC BY-NC 4.0Azul G L (2025). ENGIE | Fauna Monitoring of the Serra do Assuruá Wind Complex – Amphibians. Version 2.8. ENGIE. Sampling event dataset https://doi.org/10.71819/od3dzm accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  16. ENGIE | Fauna Monitoring of the Serra do Assuruá Wind Farm Complex – ReptilesENGIE · CC BY-NC 4.0Felden J (2025). ENGIE | Fauna Monitoring of the Serra do Assuruá Wind Farm Complex – Reptiles. Version 2.5. ENGIE. Sampling event dataset https://doi.org/10.71819/q6ri1e accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  17. TNE | Dados do Programa de Resgate e Afugentamento de Fauna da Linha de Transmissão 500 kV Manaus – Boa VistaTransnorte Energia S/A (TNE) · CC BY-NC 4.0Energia T (2025). TNE | Dados do Programa de Resgate e Afugentamento de Fauna da Linha de Transmissão 500 kV Manaus – Boa Vista. Transnorte Energia S/A (TNE). Occurrence dataset https://doi.org/10.71819/8pnfwj accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  18. Coleção de Herpetologia (Serpentes) do MZUSPMuseu de Zoologia da Universidade de São Paulo · CC BY 4.0Maia Sanchez A, Duarte M (2026). Coleção de Herpetologia (Serpentes) do MZUSP. Version 2.1. Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. Occurrence dataset https://doi.org/10.71819/v3h4rw accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  19. Coleção de Herpetologia (Lizards) do MZUSP)Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo · CC BY 4.0Maia Sanchez A, Duarte M (2026). Coleção de Herpetologia (Lizards) do MZUSP). Version 2.1. Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo. Occurrence dataset https://doi.org/10.71819/r4lwn8 accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  20. UENF | Coleção Herpetológica do Norte Fluminense - RépteisUniversidade Estadual do Norte Fluminense · CC BY-NC 4.0de-Oliveira-Nogueira C H, Endlich B (2026). UENF | Coleção Herpetológica do Norte Fluminense - Répteis. Version 3.0. Universidade Estadual do Norte Fluminense. Occurrence dataset https://doi.org/10.71819/asgelh accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  21. ViaFauna | Monitoramento de Répteis Mato GrossoViaFauna Estudos Ambientais ltda · CC BY-NC 4.0Medolago C (2026). ViaFauna | Monitoramento de Répteis Mato Grosso. Version 2.1. ViaFauna Estudos Ambientais ltda. Sampling event dataset https://doi.org/10.71819/1ew0hu accessed via GBIF.org on 2026-09-13.
  22. ViaFauna | Monitoramento de Anfíbios Mato GrossoViaFauna Estudos Ambientais ltda · CC BY-NC 4.0Medolago C (2026). ViaFauna | Monitoramento de Anfíbios Mato Grosso. ViaFauna Estudos Ambientais ltda. Sampling event dataset https://doi.org/10.71819/bfpckp accessed via GBIF.org on 2026-09-13.

Outros dados e nomenclatura

Os limites dos biomas seguem o IBGE, Biomas do Brasil 2025 (1:250.000). O traçado simplificado serve somente à exibição; as consultas utilizam o limite integral. Estados e municípios usam a API de Malhas v3 do IBGE, em qualidade máxima. O raio informado na busca municipal expande todo o limite e pode alcançar áreas vizinhas.

Camadas do mapa

O botão Camadas reúne sete opções. Biomas exibe os limites do IBGE 2025. Bacias hidrográficas mostra os limites das 54 mesorregiões da Divisão Hidrográfica Nacional DHN250 (IBGE/ANA, 2021), com traçado simplificado para exibição; não delimita as bacias menores. Hidrografia · rios e águas destaca cursos d’água e corpos d’água dos blocos vetoriais OpenFreeMap, derivados de OpenStreetMap e Natural Earth. Essa camada muda de detalhe conforme a escala e serve para contexto visual; não substitui uma base hidrográfica oficial em análises técnicas. Relevo / altitude apresenta cores por faixas de elevação e sombreamento a partir dos Terrain Tiles de Mapzen, com créditos e condições das fontes originais. A visualização não fornece altitude pontual nem mede a elevação de uma ocorrência. Essas camadas podem ser combinadas com os limites; Vegetação e Cobertura e Uso da Terra se alternam para preservar a leitura das cores.

Unidades de Conservação usa os polígonos das UCs com registro ativo no CNUC/MMA, edição de julho de 2026. O mapa mostra 3.406 polígonos válidos, com traçado simplificado apenas para exibição; todos os registros da fonte tinham geometria poligonal válida. Ao clicar, são exibidos nome, categoria e esfera administrativa. Essa camada fornece contexto espacial e não filtra ocorrências, altera a grade ou representa a situação jurídica atual de cada UC. Para análises oficiais e limites precisos, confira o cadastro e os atos originais.

Em “Analisar uma área”, a busca por Unidade de Conservação começa pela UF e mostra as UCs cadastradas nela. É possível filtrar a lista por nome ou categoria; UCs associadas a mais de uma UF aparecem em cada uma delas. A seleção analisa o polígono inteiro da unidade, mesmo quando ultrapassa a UF usada na busca. Para o recorte são carregadas as coordenadas originais do CNUC/MMA de julho de 2026, separadas da geometria simplificada da camada visual. Os resultados incluem registros georreferenciados dentro do limite, inclusive sobre sua borda; registros associados apenas à sede municipal não são incluídos. O Excel identifica a UC, o código CNUC, sua categoria, esfera, UFs e a fonte do limite. Este resultado não confirma ocupação de toda a UC nem substitui a conferência dos atos oficiais e de atualizações do cadastro.

Desenhar uma área

O botão Desenhar, ao lado de Camadas, oferece polígono, círculo e retângulo. No polígono, clique para marcar os vértices e feche no primeiro ponto ou pelo comando Concluir. Círculo e retângulo são definidos ao clicar, arrastar e soltar; o primeiro clique é o centro do círculo ou o canto inicial do retângulo. O mapa mostra a área aproximada em km² durante o traçado. A área do círculo é representada por 96 segmentos geodésicos; o cálculo de área usa uma esfera de raio médio de 6.371,0088 km. O desenho concluído usa a mesma análise de pontos dentro do polígono dos arquivos KML/KMZ, inclui registros sobre o limite e permite exportar o resultado em Excel. As coordenadas atribuídas apenas à sede municipal ficam fora do recorte. A área desenhada não equivale à área de ocupação das espécies nem substitui um limite oficial.

Vegetação usa a base vetorial de vegetação do IBGE, escala 1:250.000, distribuição versão 2025. As classes foram reunidas em grupos amplos de formações, contatos, uso antrópico e água. Cobertura e Uso da Terra usa o MapBiomas Brasil, Coleção 11, mapa de 2025 com resolução original de 30 m, sob CC BY 4.0. Seus códigos foram agrupados em florestas, savana, vegetação herbácea e arbustiva, pastagem, agricultura, silvicultura, mosaico de usos, área não vegetada e água.

Para carregar rapidamente, o site reamostrou as bases de Vegetação e Cobertura e Uso da Terra em blocos de imagem com seleção do valor mais próximo e transparência sobre o mapa. O detalhe exibido é menor que o dos arquivos originais, especialmente ao ampliar o mapa; a cor na posição de um registro não comprova o habitat onde ele foi coletado. As camadas são contexto visual e não entram no MPC, na grade ou na seleção de espécies por área. Para interpretação local e análises técnicas, consulte a base original, sua escala e os metadados.

A nomenclatura segue as listas da Sociedade Brasileira de Herpetologia de 2026 e sinônimos validados com apoio do Amphibian Species of the World e do The Reptile Database. O HerpetoHelp aplicou filtros e reconciliação nomenclatural à seleção de registros do SiBBr/GBIF.

Comparação dinâmica entre espécies

A visualização simultânea de diferentes espécies, com cores e controles de exibição independentes, permite comparar a posição dos registros, reconhecer sobreposições e observar descontinuidades geográficas. Essa abordagem é especialmente útil ao investigar espécies morfologicamente semelhantes que apresentam distribuições distintas.

A busca por gênero reúne no mapa todas as espécies aceitas daquele gênero disponíveis nas bases consultadas. A busca por espécie permanece como a opção principal e também reconhece sinônimos taxonômicos validados.

Ao reunir os registros em um mesmo mapa, o HerpetoHelp facilita a avaliação do contexto geográfico de uma ocorrência e a identificação de pontos que merecem conferência. A distribuição constitui uma evidência complementar à identificação: deve ser interpretada em conjunto com caracteres diagnósticos, literatura taxonômica e, quando disponíveis, outros dados biológicos.

Mínimo polígono convexo: abrangência espacial dos registros

A camada de mínimo polígono convexo (MPC) permite visualizar, para cada espécie exibida, o menor polígono convexo que engloba o conjunto de pontos utilizado no cálculo. A ferramenta apresenta uma estimativa de sua área e mantém a correspondência de cores entre os registros e o polígono, favorecendo a comparação entre espécies.

O MPC melhora a leitura da abrangência espacial dos registros, mas pode incluir ambientes inadequados, lacunas de amostragem e áreas sem ocorrência comprovada. Sua superfície não equivale à área de ocupação (AOO), não estima a probabilidade de presença e não constitui um modelo de distribuição potencial. O cálculo requer pelo menos três coordenadas distintas que formem um polígono; seu resultado depende dos pontos incluídos e não substitui os procedimentos de uma avaliação formal de risco de extinção. Referências municipais usam a sede como posição ilustrativa e podem ampliar ou deslocar o polígono.

Grade de registros e riqueza registrada

O botão Grade, ao lado do MPC, agrupa as coordenadas em células de 2 × 2, 5 × 5 ou 10 × 10 km; 5 × 5 km é a opção inicial. A cor representa, à escolha do usuário, o número de registros ou a riqueza registrada em cada célula. Riqueza registrada é o número de espécies distintas com ao menos um registro naquela célula, segundo as fontes e os filtros ativos; não estima a riqueza total da área. Ao clicar na célula, as duas contagens exatas são mostradas. Apenas células com dados entram na camada; mudar o tamanho ou a métrica atualiza a visualização sem deslocar o mapa.

A malha tem origem fixa e é calculada em uma projeção azimutal de Lambert de área equivalente, centrada no Brasil, sobre uma esfera de raio médio de 6.371,0088 km. Assim, cada tamanho corresponde a uma área uniforme na projeção e a posição das células permanece estável ao trocar espécies, fontes ou recortes. As cores usam uma escala logarítmica para distinguir células com poucas ocorrências sem deixar que concentrações extremas dominem a leitura; o clique mostra os valores inteiros, sem transformação.

Com um KML/KMZ, município, estado ou bioma analisado, a grade utiliza os registros recuperados no recorte, inclusive de espécies que não foram adicionadas individualmente ao mapa. Sem recorte ativo, utiliza as espécies exibidas. Respeita as fontes SALVE/ICMBio, SiBBr/GBIF e iNaturalist ativadas, bem como os filtros de precisão, e exclui registros associados apenas à sede municipal, pois sua coordenada não representa o local exato da ocorrência. O número de espécies conta cada nome aceito uma vez por célula. O número de registros soma as contagens das fontes ativas; registros eventualmente repetidos entre fontes distintas não são deduplicados por essa visualização.

A grade descreve registros disponíveis por célula, não abundância de indivíduos, distribuição contínua ou riqueza total estimada. A ausência de uma célula colorida não comprova ausência da espécie. Concentrações podem refletir maior esforço de coleta, acesso a estradas e instituições, além de diferenças na precisão das coordenadas. Células de 2 × 2 km também não constituem, por si só, um cálculo de área de ocupação (AOO) conforme os critérios da IUCN; uma avaliação formal requer tratamento próprio dos registros e da ocupação.

Referências para a metodologia: Snyder (1987), Map Projections: A Working Manual (USGS), para a projeção de área equivalente; Cunningham et al. (2012), atlas de anfíbios e répteis com unidades próximas de 25 km², como exemplo de escala, sem estabelecer um tamanho universal; GBIF, Handling data quality, para limitações de coordenadas e duplicatas; e IUCN, Guidelines for Using the IUCN Red List Categories and Criteria, para a referência de 2 × 2 km na estimativa de AOO.

Na prática: compare espécies e visualize o MPC

Em cerca de um minuto, acompanhe a comparação entre Micrurus altirostris e Micrurus corallinus, ative os polígonos e consulte suas áreas.

Narração em português e legendas no vídeo. Use o controle de tela cheia para acompanhar os detalhes do mapa.

Consulta por polígonos, municípios, estados, entorno e biomas

O HerpetoHelp permite selecionar registros dentro de polígonos enviados em arquivos KML ou KMZ, consultar municípios e estados brasileiros e explorar os dados por bioma. Na busca municipal, o usuário pode definir uma distância de entorno, ou buffer, para ampliar a consulta além do limite administrativo e examinar registros próximos à área de interesse. A busca estadual utiliza o limite oficial integral da unidade da federação.

Esses recortes auxiliam a organização de dados secundários para diagnósticos ambientais, o planejamento de levantamentos de campo e a contextualização regional de registros. A consulta do entorno é particularmente útil para reconhecer espécies documentadas nas proximidades, sem atribuir automaticamente sua ocorrência ao município ou ao polígono analisado.

Riqueza registrada e extração de informações tabeladas

As consultas espaciais permitem reunir as espécies com registros no recorte selecionado e verificar a riqueza registrada na base para essa área. O Excel inclui Grupo (Anfíbios ou Répteis), Ordem, Família e Espécie em colunas separadas, conforme a classificação SBH 2026. O resumo e os registros são ordenados por essa hierarquia, preservando contagens, coordenadas e fontes. As referências taxonômicas acompanham a aba “Fontes e uso”.

A riqueza apresentada corresponde ao número de espécies representadas pelos registros recuperados na consulta. Não é uma estimativa da riqueza total ou potencial da área, pois depende da cobertura da base e do histórico de amostragem. A ausência de registros não indica ausência biológica.

Espécies Ameaçadas

Envie uma planilha Excel ou CSV, confirme a coluna dos nomes científicos e escolha as consultas global (IUCN), nacional (Brasil) e estaduais. O HerpetoHelp acrescenta Grupo (Anfíbios ou Répteis), Ordem, Família, nome aceito pela SBH, status taxonômico e as categorias escolhidas em colunas ao lado dos dados originais. Grupo, Ordem e Família seguem a classificação SBH 2026 do nome aceito; sinônimos unívocos recebem essa mesma classificação. Nos casos incertos, somente os níveis inequívocos são preenchidos, sem atribuir uma espécie ou categoria de ameaça. A posição das linhas e as colunas originais são mantidas. A planilha é processada no navegador. Abrir Espécies Ameaçadas.

A ferramenta reconhece nomes aceitos e sinônimos cadastrados. Identificações incertas, nomes sem correspondência e equivalências ambíguas são sinalizados para revisão, sem atribuição automática de categoria. Linhas de ordem e família não recebem categorias. O filtro “Somente ameaçadas” considera VU, EN e CR nas consultas selecionadas.

Uma categoria de ameaça é vinculada à avaliação ou ao ato consultado, e não prova a ocorrência da espécie numa área. Na exportação, — indica que a espécie não consta da lista consultada; NA indica UF sem lista incorporada. A data de atualização do banco não corresponde à data de avaliação individual de cada espécie. Confira os nomes sinalizados e a fonte original antes de usar o resultado em um relatório técnico.

Minha localização

A ferramenta usa a localização autorizada do dispositivo, ou um ponto escolhido no mapa, para consultar registros em raios de 5, 10, 20, 50 e 100 km. O raio inicial é 20 km. A inclusão depende da distância de grande círculo (fórmula de Haversine, raio terrestre médio de 6.371,0088 km) entre o centro e cada coordenada, incluindo a borda. Os círculos são uma representação visual; polígonos de distribuição e MPC não acrescentam espécies à consulta.

As referências municipais são incluídas inicialmente e podem ser desativadas. Sua posição corresponde a uma referência aproximada do município, não necessariamente ao ponto exato da ocorrência. Os losangos distinguem esses registros, que não devem ser interpretados como confirmação de ocorrência local dentro do raio. Espécies e contagens refletem os registros e filtros selecionados, não uma lista exaustiva da fauna regional; ausência de registros não significa ausência de espécies.

Por padrão, a consulta utiliza coordenadas exatas do SALVE e registros do iNaturalist com precisão numérica de até 1 km, além das referências municipais e dos registros com precisão desconhecida. Essas duas últimas categorias ficam ativadas inicialmente e podem ser desativadas em “Avançado”; os filtros globais de fonte e precisão continuam aplicáveis. A localização é solicitada apenas por ação do usuário, sem rastreamento contínuo nem armazenamento permanente. O centro consta na planilha exportada, mas não em links de compartilhamento.

Fontes das categorias de ameaça

Base HerpetoHelp atualizada em 23/09/2026. As referências abaixo são as cadastradas no banco usado pela ferramenta; a aba “Fontes e metodologia” da planilha exportada mostra apenas as fontes das consultas selecionadas. Para conferir uma categoria, consulte a avaliação individual da IUCN ou o ato oficial e seus anexos, incluindo alterações posteriores.

Ver as 12 fontes estaduais incorporadas

Como citar

Em relatórios e publicações, cite o HerpetoHelp pela versão efetivamente utilizada e cite separadamente as fontes originais dos dados e das categorias consultadas. Para registros do SiBBr/GBIF, a planilha identifica os conjuntos de dados, autores e licenças; para iNaturalist, identifica a observação, seu observador, URL e licença individual.

Referência do software para a versão 1.4.0: Oliveira, A. S. 2026. HerpetoHelp: interactive mapping of Brazilian amphibian and reptile occurrence records. Versão 1.4.0. doi:10.5281/zenodo.23286331. Registre também a data de acesso e cite as listas originais consultadas.

Na análise técnica, cite a avaliação individual da IUCN e os atos nacional ou estaduais pertinentes, além de informar a data da consulta ao banco HerpetoHelp. As referências dos atos selecionados acompanham a planilha baixada.

De pesquisador e consultor ambiental para quem utiliza dados de biodiversidade

O HerpetoHelp foi desenvolvido por Arthur Schramm de Oliveira, biólogo, pesquisador e consultor ambiental com atuação em herpetofauna, a partir das necessidades práticas de consultar, comparar e sistematizar registros de espécies. O projeto busca tornar essas tarefas mais acessíveis a pesquisadores, consultores ambientais, estudantes e demais profissionais que utilizam informações sobre a distribuição de anfíbios e répteis.

Conheça a trajetória e a produção científica de Arthur no ResearchGate

Origem, versão da base e uso responsável

Nas análises espaciais, as fontes são SALVE/ICMBio, base de 13/08/2026, SiBBr/GBIF, seleção revisada de 13/09/2026, e iNaturalist, lote auditado em 27/09/2026. Pontos coincidentes por espécie e fonte são consolidados. Créditos, referências e licenças acompanham as planilhas exportadas. Para uso técnico ou científico, confira as fontes originais, registre a versão das bases consultadas e informe os critérios do recorte espacial e de precisão utilizado.

O HerpetoHelp é um projeto independente, desenvolvido com auxílio do ChatGPT, e não é um site oficial do ICMBio, do SiBBr, do GBIF ou do iNaturalist. Seus recursos apoiam a análise de dados secundários e devem ser utilizados em conjunto com a avaliação crítica do profissional responsável.

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